.,, UNIVERSIDAD DON BOSC-O MANUAL DE PROCEDIMIENTOS PARA EL MANTENIMIENTO DE EQUIPOS DE REFRIGERACIÓN Y AIRE ACONDICIONADO Y SU READECUACIÓN PARA EL USO .. DE LOS REFRIGERANTES HCFC's Y HFC's TRABAJO DE GRADUACION PREPARADO PARA LA: SOYAPANGO FACULTAD DE INGENIERIA PARA OPTAR AL GRADO DE INGENIERO MECÁNICO POR CARLOS ANTONIO CHÉVEZ HIMEDE JORGE GILBERTO DUQUE FUENTES JULIO 1997 EL SALVADOR CENTROAMERICA UNIVERSIDAD DON SOSCO RECTOR ING. FEDERICO MIGUEL HUGUET RIVERA SECRETARIO GENERAL PBRO. PEDRO GARCIA DECANO DE LA FACULTAD DE INGENIERÍA ING. CARLOS ALBERTO GUTIERREZ ASESOR DE TRABAJO DE GRADUACIÓN ING. MARIO ARNOLDO MOLINA JURADO EXAMINADOR ING. FRANCISCO ALFREDO DE LEÓN ING. MAURICIO HERNÁNDEZ HOJA DE AGRADECIMIENTO. AGREDECEMOS A DIOS TODO PODEROSO. QUE ES LA FUENTE DE TODA SABIDURÍA, A NUESTROS PADRES QUE NOS GUIARON EN EL BUEN CAMINO PARA LLEGAR A LOGRAR EL TRIUNFO DE CULMINAR ESTA CARRERA A NUESTROS HERMANOS Y FAMILIARES QUE BRINDARON LA AYUDA NECESARIA A NUESTROS AMIGOS QUE SIN PEDIRLO, NOS APOYARON. CARLOS Y JORGE. EN ESPECIAL A MI FAMILIA QUE SE MANTUVO TODO ESTE TIEMPO APOYÁNDOME Y TOLERANDO TODOS LOS DISTANCIAMIENTOS A MI MADRE QUE CON SU GRAN AMOR SIEMPRE ALENTADOR. A MI PADRE CON SU FÉRREA VOLUNTAD DE HACER LAS COSAS A MI ESPOSA CON SU TERNURA, TODA LA AYUDA QUE ME BRINDÓ A MI HIJA, UN MOTIVO MAS, PARA SOPORTAR TODOS LOS MOMENTOS DE PREOCUPACIÓN Y SEGUIR ADELANTE MUCHAS GRACIA ESTE TRIUNFO ES DE USTEDES. Jorge G. Duque AGRADESCO ESPECIALMENTE A MIS PADRES Y A MIS HERMANOS QUE ME · ALENTARON EN EL TRANSCURSO DE MI VIDA COMO UNIVERSITARIO Y QUE AHORA VEN CORONADO SUS ESFUERZOS CON LA CULMINACIÓN DE ESTE PROYECTO. A NUESTRO ASESOR Y AL ING. MARCOS LEIVAS (BURUNDI) QUE DESINTERESADAMENTE COLABORARON A LA ELABORACION DE NUESTRO TRABAJO. GRACIAS Y QUE DIOS LOS BENDIGA Carlos A. Chévez CAPITULO I Página 1.1 INTRODUCCION 1.2 CONCEPTOS BASICOS ............................................ :.............................. 1 1.2.1 MATERIA Y MOLECULA 1.2.1.1 ESTADO DE LAMA TERIA 1.2.1.1.1 ESTADO SOLIDO 1.2.1.1.2 ESTADO SOLIDO 1.2.1.1.3 ESTADO GASEOSO 1.2.1.2 PUNTO DE EBULLICION................................................ 2 1.2.1.3 CONDICION SATURADA, SUBENFRIADA Y SOBRECALENTADA 1.2.2 ENERG1A INTERNA..................................................................... 3 1.2.3 PRIMERA LEY DE LA TERMODINAMICA 1.2.4 SEGUNDA LEY DE LA TERMODINAMICA 1.2.5 TEMPERA1'URA............................................................................. 4 1.2.5.1 MEDICION DE LA TEMPERATURA 1.2.6 PRESION 1.2.6.1 PRESION ATMOSFERICA 1.2.6.2 PRESION MANOMETRICA.................................................................. 5 1.2.6.3 PRESION ABSOLUTA 1.2.6.4 MEDICION DE PRESION 1.2.6.4.1 INSTALACION DE MEDIDORES........................ 7 1.2. 7 PSICOMETRIA..... .. . . . . ... ... . . . . . .. ... . .. .. . . . . . . . . . ... .. . . ... . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . ... . ... .... 9 1.2.7.1 ATMOSFERA 1.2.7.2 TEMPERATURA DE BULBO SECO 1.2.7.3 TEMPERA TURA DE BULBO HUMEDO 1 .2. 7.4 TEMPERA TURA DE PUNTO DE ROCIO 1.2.7.5 HUMEDAD ESPECIFICA 1.2. 7.6 HUMEDAD RELATIVA........................................................ 10 1.2.7.7 CALOR TOTAL 1.2.8 ENTALPIA.......................................................................................... 13 1.2.9 TRABAJO........................................................................................... 14 1.2.1 O POTENCIA 1.2.11 CALOR 1.2.11.1 CANTIDAD DE CALOR l.2.11.2 CALOR SENSIBLE............................................................... 15 1.2. 11.3 CALOR LA TENTE l.2.12 TRANSFERENCIA DE CALOR 1.2.13 FRIO ..................................................................................................... 16 1.2.14 ELECTRICIDAD BASICA 1.2.14. ITEORIA ELECTRONICA 1.2.14.2 FUENTES DE ENERGIA ELECTRICA.............................. 18 1.2.15 INSTRUMENTOS PARA PRUEBAS ELECTRICAS 1.2.15.1 VOL TIMETRO 1.2.15.2 AMPERIMETRO.................................................................. 20 1.2.15.3 OHMETRO........................................................................... 21 1.2.15.4MEGGER .............................................................................. 22 1.2.16 LEY DE OHM 1.2. 16. 1 CIRCUITOS EN SERIE....................................................... 23 1.2.16.2 CIRCUITO EN PARALELO................................................ 24 1.2.16.3 COMPARACION DE CIRCUITO SERIE-PARALELO..... 25 1.2.16.4 FACTOR DE POTENCIA 1.2.17 ACCION DE CONMUT ACION... .. . . . ... .. . . .. . .. .. .. . .. .. . . . . .. .. .... .. ... .. ........ 26 1.2.18 SIMBO LOS ELECTRICOS.... ........................................................... 27 1.3 EL SISTEMA DE REFRIGERACION... ....................................................... 28 1.3. l CLASIFlCACION DE LOS EQUIPOS DE REFRIGERACION 1.3.1.1 EL SISTEMA DE REFRIGERACION POR COMPRESION DE VAPOR 1.3.1.2 EL EFECTO DE REFRIGERACION.................................... 31 · l.3.1.3 EL LADO DE ALTA Y EL LADO DE BAJA 1.3.2 DESCRIPCION Y CLASIFICACION DE LOS COMPONENTES 1.3.2.1 EVAPORADORES 1.3.2.1.1 DE EXPANSION SECA E INUNDADOS. 1.3.2.1.2 TIPOS DE SUPERFICIE........................................ 32 1.3.2.1.3 SERPENTIN DE EVAPORACION DIRECTA (DE)..................................................... 34 1.3.2.1.4 DE VENTILACION FORZADA............................ 35 1.3.2.2 FUNCIÓN Y OPERACIÓN DEL CONDENSADOR........... 36 1.3.2.3 COMPRESORES................................................................... 37 1.3.2.3.1 COMPRESORES RECIPROCANTES 1.3.2.3.2 COMPRESORES ABIERTOS............................... 38 1.3.2.3.3 COMPRESORES HERMETICOS......................... 40 1.3.2.3.4 COMPRESORES ROTATORIOS......................... 41 1.3.2.3.5 COMPRESORES ROTATORIOS HELICOIDALES................................................... 42 1.3.2.4 DISPOSITIVO DE CONTROL DE FLUJO 1.3.2.4.1 VALVULA DE EXPANSION MANUAL............. 43 1.3.2.4.2 VALVULA DE EXPANSION TERMOSTATICA.. 44 l.3.2.4.3 VAL VULA CON IGUALADOR EXTERNO. 1.3.2.4.4 VALVULAS LIM1TADORAS DE PRESION......... 46 1.3.2.4.5 LA VET DE CARGA LIMITADA 1.3.2.4.6 V AL VULA MECANICA LIMIT ADORA DE PRESION ..................................................................... 47 1.3.2.4.7 VALVULA OPERADA POR PILOTO 1.3.2.4.8 VALVULA DE EXPANSIÓN TERMOELECTRICA.......................... ....... ....... .......... 48 • 1.3.2.4.9 VALVULA FLOTADOR 1.3.2.4.10 VAL VULA DE EXPANSIONA PRESION CONSTANTE........................................................... 49 1.3.2.4.11 EL TUBO CAPILAR 1.3.2.4.12 EL ORIFICIO 1.3.2.5 ACCESORIOS DEL SISTEMA POR COMPRESION........ 50 1.3.2.5.1 LA TUBERIA Y RECIBIDOR DEL SISTEMA. 1.3.2.5.2 SEPARADOR DE ACEITE. 1.3.2.5.3 SILENCIADOR...................................................... 52 1 .3.2.5.4 INTERCAMBIADOR DE CALOR 1.3.2.5.5 COLADOR SECADOR 1 .3.2.5.6 ACUMULADOR DE SUCCION 1.3.2.5.7 CALENTADOR...................................................... 53 1.3.2.5.8 MIRILLA l.3.2.5.9 VAL VULA SOLENOIDE ..................................... 54 1.3.2.5. 10 VALVULA DE RETENCION 1.3.2.5.11 REGULADOR DE PRESION DEL EVAPORADOR 1.3.2.5.12 VALVULA DE ALIVIO...................................... 55 1.3.2.5.13 CONEXIONES DE SEGURIDAD. 1 .4 AIRE ACONDICIONADO 1.4.1 GENERALIDADES.......................................................................... 56 1.4.2 EQUIPOS PARA AlRE ACONDICIONADO 1.4.2.1 EQUIPOS DE VENTANA 1.4.2.2 UNIDADES DE PAQUETE ENFRIADOS POR AIRE....... 58 1.4.2.3 UNIDADES PAQUETES ENFRIADAS POR AGUA......... 62 1.4.2.4 UNIDADES PARA CUARTOS DE COMPUTADORA..... 63 1.4.2.5 SISTEMAS DIVIDIDOS PARA ENFRIAMIENTO 1 .4.2.5.1 UNIDADES DE VENTILACION Y SERPENTIN 64 1.4.2.6 SISTEMAS DE ENFRIAMIENTO DIVIDIDOS UNJ'I'ARIOS.................... .... ... ................ ................ ....... .. ..... 65 l .4.2.6.1 SISTEMAS COMERCIALES DIV[DIDOS 1.5 REFRIGERANTES EN LOS SISTEMAS DE REFRIGERACION............ 70 1.5. l REFRIGERANTES QUE SE EMPLEARON ANTERIORMENTE. 1.5.2 DESARROLLO DE LOS FLUOROCARBONOS........................... 71 1.5.3 NOMENCLATURA DE LOS FRIGORIGENOS 1.5.4 CARACTERISTICAS IMPORATANTE DE LOS REFRIGEl{AN'f ES........................................................................... 72 1.5.4.1 ESTABILIDAD TERMlCA 1.5.4.2 EFECTOS DE LOS COMPUESTOS CFC's......................... 74 l.5.4.3 PROBLEMAS CAUSADOS POR LOS CFC's ..................... 77 1.5.4.3. lREQUERIMlENTOS 1.5.4.3.1.IEL EFECTO INVERNADERO 1.5.5 MANEJO SEGURO DE LOS CFC's ................................................... 78 1.5.5.1 PRESION .................................................................................. 79 1.5.5.2 OLOR MUY SUAVE 1.5.5.3 VAPOR MAS DENSO QUE EL AIRE 1.5.5.4 DESCOMPOSICION DEL CAPOR DE CFC's 1.5.5.5 CONCENTRACION MA)GMA PERMISIBLE l.5.5.6 PRECAUSIONES.................................................................... 80 ,-- 1.5.5.6. l CONCENTRACIONES EXCESIVAS 1.5.5.6.2 ALEJAR DE LAS LLAMAS Y SUPERFICIE CALIENTES 1.5.5.6.3 PROTEGER MANOS Y PIEL DEL CONTACTO CON REFRIGERANTES..................................................... 81 1.5.5.6.4 PROTEGER LOS OJOS 1.5.5.6.5 NO SOBRECALENTAR LOS CILINDROS. 1.5.5.6.6 NO SOBRELLENAR LOS CILINDROS. 1.5.5.6.7 EVITAR CAUSAR DAÑOS A LOS CILINDROS 1.5.5.6.8 EL ACEITE 1.5.5.6.9 PURGADO DE TUBERIA CON NITROGENO....... 82 1.5.5.6.10 REDUCIR LA PRESION l .5.5.6.11 NUNCA SE DEBE UTILIZAR OXIGENO 1.5.6 CARACTERISTlCAS FlSlCAS Y APLICACIONES DE LOS REFRIGERANTES 1.5.6.1 CFC- 11 l.5.6.2 CFC- 12 1.5.6.3 CFC13....................................................................................... 83 1.5.6.4 CFC- 1381 1.5.6.5 CFC- 14 1.5.6.6 CFC- 22 1.5.6.7 CFC-l 13.................................................................................. 84 1.5.6.8 CFC- 114 1.5.6.9 CFC- 500 1.5.6.10 CFC- 502 1 .5.6.11 CFC- 503................................................................................ 85 1.5.6.12 AMONIACO 1.6 EYACUACION ............................................................ ,.................................. 86 1.6.1 BOMBA DE V ACIO... .... ... . . ... ....... .. . ... .. . . . .... .. . .. .. . .. .... .. .. .. . ... ............. 87 1.6.2 INDICADORES DE ALTO YACIO................................................... 88 1.6.3 METODO DE EYACUACION CON AL TO YACIO........................ 89 1.6.4 EV ACUACION TRIPLE..................................................................... 91 l.7 PURGADO...................................................................................................... 92 J .8 CARGA DE REFRJGERANTE EL SJSTEMA............................................... 93 1.8.1 TECNICAS DE CARGA..................................................................... 95 1.8.2 COMPROCACION DE LA CARGA................................................... 98 1. 9 LOCALIZACION Y PRUEBAS DE FUGAS 1.9.1 FUGAS DE REFRIGERANl'ES .................................................................................. 100 1.9.1.1 USO DE DETECTOR DE FUGA DE HALURO 1.9.1.2 DETECTOR DE FUGAS ELECTRONICO 1.10 LOS ACEITES EN LOS SISTEMAS DE REFRIGERACION......................... 103 1.10.1 CALIDAD DEL ACEITE 1.10.1.1 VISCOSIDADELACEITE ..................................................... 104 · ¡,, 1.11 PROCESOS AUXILIARES PARA EL MANTENIMIENTO DE EQUIPOS DE REFRIGERACION........................................................................................... 106 1.11.1 CORTE, ACODAMIENTO Y ABOCINAMIENTO DE TUBERIA 1.11.1.1 TUBOS 1.11.1.2 CORTE ...................................................................................... 107 1.11.1.3 COMO CORTAR, ACODAR Y ABOCINAR TUBOS DE COBRE ....................................................................................... 108 1.11.1.3.1 HERRAMIENTAS Y MATERIALES 1.11.1.3.2 PROCEDIMIENTOS............................................... 109 1.11.2 SOLDADURA BLANDA....................................................................... 111 1. 11.2.1 OBJETIVOS 1.11.2.2 COMO SOLDAR ...................................................................... 112 1.11.2.2.1 PREP ARACION PARA SOLDAR 1.11.2.3 EQUIPO DE CALENTAMIENTO 1.11.2.3.1 COMO ENCENDER UN SOPLETE DE ACETILENO ................................................................... 113 1.11.2.4 ESTAMPADO DE TUBERIAS · 1.11.2.4.1 COMO ESTAMPAR TUBERIAS 1.11.2.5 COMO SOLDAR CON ESTAÑO ........................................... ll4 1.11.3 CAMBIO DE CO.tviPRESORES ............................................................. 115 e§ REGULACIONES SOBRE LAS PRODUCCIONES Y USO DE LOS -. REFRIGERANTES .. : ......................................................................................... 116 1.12.1 PROTOCOLO DE MON'J:REAL 1.12.2 EL PRINCIPAL DAÑO CAUSADO POR LOS REFRIGERANTES Y CONSECUENCIAS ............................................................................... 122 1.12.2.1 LA CIENCIA DEL AGOTAMIENTO DE LA CAP A DE OZONO. 1.12.2.2 REGLAMENTACION 1.13 CONVERSION A REFRIGERANTES ALTERNATIVOS ............................. 126 l. 13.1 ALCANCE DE LA CONVERSION 1.13.2 DESVENTAJAS Y VENTAJAS DE LA CONVERSION 1.13.3 REFRIGERANTES ALTERNATIVOS 1.13.4 ASPECTOS A CONSIDERAR EN LA CONVERSION ..................... 128 1.13.5 PROCEDIMIENTOS DE ACTUALIZACION DE LOS REFRIGERANTES SUSTITUTOS 1.13.6 ASPECTOS DEL ACEITE LUBRICANTE.......................................... 133 1.13.7 INFLAMABILIDAD .............................................................................. 134 1.13.8 ESTABILIDAD Y COMPATIBILIDAD CON LOS MATERIALES 1.13.9 TOXICIDAD 1.13.10 ESTABILIDAD ATMOSFERICA l. 13.11 OTRO ESQUEMA PARA LA CONVERSIO DE REFRIGERANTES................................................................................ 136 1.13.12 ROTULACION ...................................................................................... 137 1.13. 13 REACONDICIONAMIBNTO PARA AC MOVILES l. 13. 13.1 PROPIEDADES DEL HFC-134a ........................................... 138 1.13.13.2 CONSIDERACIONES DE SEGURIDAD 1.13.13.3 CAMBIOS EN EL SISTEMA ................................................ 139 1.13.14 REACONDICIONAMIENTO ESPECIFICO DE EQUIPOS CON MP39 Y MP66 ........................................................................................ 140 1.13.14.1 PROPIEDADES ..................................................................... 141 1.13.15 REFRIGERANTEHP62 ........................................................................ 142 l. 13.15.1 PROPIEDADES l. 13.15.2 MODIFICACIONES DEL SISTEMA .................................... 143 l. 13.16 REFRIGERANTE HP80 (R-402A) l. 13.16.1 PROPIEDADES DEL SISTEMA .......................................... 144 1.13.17 REFRIGERANTE HP8 l l. 13.17. l PROPIEDADES AZEOTROPICAS..................................... 146 l. 13.18 REFRIGERANTE 404A l. 13.19 REFRIGERANTE HFC-23 PARA MUY BAJAS TEMPERATURA .. 147 l. 13.19 .1 PROPIDADE FISICAS Y AMBIENTALES 1.13.20 CONSERVACION Y RECICLAJE DE FRIGORIGENOS .................. 148 1.13.21 FLUJOGRAMA DE READECUACION DE EQUIPOS DE REFRIGERACION ESTACIONARIOS Y MOVILES, PARA LA UTILIZACION DE UN REFRIGERANTE AL TERNO........................ 149 1.13.21.1 READECUACION PARA EQUIPOS ESTACIONARIOS 1.13.21.2 READECUACION PARA EQUIPOS MOVILES 1.13.21.3 EQUIPO Y ACCESORIOS PARA LA CONVERSION. • CAPITULO 11 Página 2.1 INTROD.UCCION ...................................................................................... 151 2.2 LOCALIZACION DE FALLAS EN REFRIGERACION........................... 151 2.2.1 BAJA PRESION EN LA SUCCIÓN 2.2.2 AL TA PRESIONEN LA SUCCIÓN.................................................... 153 2.2.3 ALTA DIFERNCIA DE PRESIONES 2.2.4 BAJA DIFERNCIA DE PRESIONES.................................................. 154 2.2.5 CARGA INADECUADA EN EL EV APORADRO............... ... .. .. . ....... 155 2.2.6 AIRE EN EL SISTEMA DE REMOCION DE CALOR 2.2. 7 MALA DISTRIBUCION DE LA CARGA 2.2.7.1 EN SISTEMAS DE TUBO CAPILAR 2.2.8 SERPENTINES TAPONADOS............................................................. 156 2.2.9 FALTA DE REFRIGERANTE ................................................ .-.............. 157 2.2.1 O SOBRECARGA DE REFRIGERANTE 2.2.11 CONDENSADOR OBSTRUIDO........................................................... 158 2.2.12 AIRE EN EL SISTEMA 2.3 DEFECTOS ELECTRICOS EN EL SISTEMA DE REFRIGERACION..... 159 2.3.1 PRINCIPALES COMPONENTES ELECTRICOS 2.3.1.1 MOTOR 2.3.1.2 RELA Y DE ARRANQUE................................................................ 161 2.3.1.3 CAPACITOR DE PARTIDA........................................................... 162 2.3.1.4 PROTECTOR TERMICO 2.3.2 DESCRIPCION DÉ LOS DEFECTOS Y PROCESOS PARA SU CORRECION.......................................................... 163 2.3.2.1 EL COMPRESOR NO ARRANCA Y EL PROTECTOR. TERMICO ACTUA 2.3.2.2 EL COMPRESOR TRATA DE ARRANCAR, MAS EL PROTECOTR TERMICO ACTUA 2.3.2.2.1 ROTOR BLOQUEADO ,, ~\. 2.3.2.2.2 BOBINA DE PARTIDA NO TRABAJA. ............................... 164 2.3.2.3 EL COMPRESOR ARRANCA, MAS EL PROTECTOR TERMICO ACTUA. 2.3.2.3.1 SOBRECARGA EN EL MOTOR 2.3.2.3.2 OPERACION ANORMAL DEL RELA Y O PROTECTOR TERMICO ................................................................ 165 2.3.2.4 PROTECTOR TERMICO DESCONECTA DURANTE EL COMPRESOR FUNCIONA.............................................................. 166 2.3.2.4. IEXTREMA SOBRE-TENSIÓN 2.3.3 PROCEDIMIENTOS PARA EVALUAR DEFECTOS ............ :............... 167 2.3.3.1 COMPRESOR NO ARRANCA, EL PROTECTOR NO ACTUA 2.3.3.2 EL PROTECTOR TERMICO ACTUA DESPUES DEL ARRANQUE O DURANTE LA OPERACION 2.3.3.3 TEMPERA TURAS Y PERIODOS DE OPERACION INSATISFACTORIOS 2.3.3.3.1 ESTA EL TERMOSTATO CORRECTAMENTE AJUSTADO? .................................................................................... 168 2.3.3.4 FUE LLENADO RECIENTEMENTE, CON PRODUCTO CALIENTE? 2.3.3.5 ENFRIA EL SISTEMA. 2.3.3.5.1 FALTA DE REFRIGERANTE EN EL SISTEMA .... 170 2.3.3.5.2 TUBO CAPILAR BLOQUEADO O RESISTENCIA MUY ELEVADA • CAPITULO 111 Pagina 3.1 INTRODUCCIÓN......................................................................................... 172 3.2 LOCALIZACIÓN DE FALLAS EN AIRES ACONDICIONADO 3.2.1 ARRANQUE INICIAL, PRUEBAS Y OPERACIÓN 3.2.1.1 PRUEBAS ANTES DEL ARRANQUE DE LA UNIDAD.................................................................... 173 3.2.1.2 PRUEBA AL ARRANCAR LA UNIDAD............................. 174 3.2.1.3 FLUJO DE AIRE POR EL SERPENTÍN DE ENFRIAMIENTO.................................................................. 175 3.2.1.3.1 UNIDADES CON TUBO CAPILAR...................... 177 3.2.1.3.2 UNIDADES CON VÁLVULAS DE EXPANSIÓN TERMOSTÁTICA 3.2.1.4 CONCLUSIONES ....................................................... ;.......... 180 3.2.2 GUÍAS PARA EL SERVICIO DE UNIDADES 3.2.2.1 UNIDAD NO ARRANCA Y TERMOSTATO EN POSICIÓN DE TRABAJO 3.2.2.2 UNIDAD ARRANCA Y LUEGO SE DESCONECTA 3.2.2.3 UNIDAD NO ARRANCA Y DESCONECTA CONSTANTEMENTE 3.2.2.4 UNIDAD TRABAJA, ES DEL TAMAÑO, NO ENFRÍA ADECUADAMENTE. 3.2.3 INDICADOR DE PROBLEMAS....................................................... 181 3.2.3.1 LA UNIDAD NO ARRANCA 3.2.3.2 CONTACTOR O ARRANCADOR ABIERTOS, NO HA Y ZUMBIDO 3.2.3.3 INTERRUPTOR DE BAJA PRESIÓN ABIERTO................ 184 3.2.3.4 BAJA PRESIÓN DE SUCCIÓN 3.2.3.5 INTERRUPTOR DE AL TA PRESIÓN ABIERTO 3.2.3.6 EXCESIVA PRESIÓN DE DESCARGA 3.2.3.7 TERMOSTATO INTERNO DEL COMPRESOR ABRE Y CIERRA 3.2.3.8 CONTACTOR O ARRANCADOR ABIERTO..................... 185 Y ZUMBANDO 3.2.3.9 BOBINA CON VOLTAJE NORMAL 3.2.3.10 BOBINA CON VOLTAJE POR DEBAJO DELO NORMAL 3.2.3.11 RELE DE ARRANQUE DEFECTUOSO 3.2.3.12 CAPACITOR DEFECTUOSO............................................. 186 3.2.3.13 COMPRESORES FRENADO, ATASCADO, QUEMADO O CON EL EMBOBINADO ABIERTO 3.2.3.14 LOS DIAFRAGMAS DE CONEXIÓN RÁPIDA NO ESTÁN PERFORADOS................................................ 188 3.2.3.15 INTERRUPTOR DE SOBRECARGA ABIERTO 3.2.3.16 CONTACTOS QUEMADOS.............................................. 189 3.2.3.17 EL BULBO DE LA VÁLVULA DE EXPANSIÓN PERDIÓ LA CARGA 3.2.3.18 TUBO CAPILAR O DISTRIBUCIÓN DE LA VÁLVULA DE EXPANSIÓN RESTRINGIDO 3.2.3.19 DEMASIADO SOBRECALENTAMIENTO 3.2.3.20 SECADOR OBSTRUIDO................................................... 190 3.2.3.21 ALTO AMPERAJE............................................................. 191 3.2.3.22 CARGA DE REFRIGERANTE EXCESIVA 3.2.3.23 ALTA PRESIÓN DE SUCCIÓN 3.2.3.24 MALA INSTALACIÓN DEL BULBO DE LA VÁLVULA DE EXPANSIÓN 3.2.3.25 MALA COLOCACIÓN DEL VENTILADOR CON RESPECTO AL VÉNTURI 3.2.3.26 AIRE EN EL CIRCUITO REFRIGERANTE 3.2.3.27 EMBOBINADO DEL MOTOR RECALENTADO............. 192 3.2.3.28 ALTO O BAJO VOLTAJE 3.2.3.29 DEMASIADO AIRE PASANDO POR EL SERPENTÍN DE EVAPORACIÓN 3.2.3.30 ENFRIAMIENTO INICIAL 3.2.3.31 LÍNEA DE IGUALACIÓN DE LA VÁLVULA DE EXPANSIÓN RESTRINGIDA 3.2.3.32 DEMASIADA HUMEDAD EN EL ESPACIO ACONDICIONADO 3.2.3.33 COMPRESOR CON VÁLVULAS DEFECTUOSAS.......... 193 3.2.3.34 CONCLUSIONES. 3.2.4 LOCALIZACIÓN DE A VERÍAS 3.2.4.1 A VERÍAS EN EL CONDENSADOR 3.2.4.2 LOCALIZACIÓN DE FALLAS EN EL EVAPORADOR...... 195 3.2.4.3 PROBLEMAS EN LOS COMPRESORES............................ 197 3.2.4.4 CONTROLES DE REFRIGERANTES................................. 200 3.2.5 COMPONENTES ELÉCTRICOS PRUEBAS Y OPERACIÓN....... 204 3.2.5.1 CONSTRUCCIÓN DE UN CIRCUITO DE PRUEBA 3.2.5.2 IDENTIFICACIÓN DE TERMINALES DE COMPRESOR................................................................ 205 3.2.5.3 IDENTIFICACIÓN DE ALAMBRADO MEDIANTE LECTURAS DE RESISTENCIAS........................................ 208 3.2.5.4 CHEQUEANDO CONTINUIDAD 3.2.5.5 CHEQUEO DE CAPACITOR............................................... 210 3.2.5.6 CHEQUEO DE COMPRESOR 3.2.5.6.1 CON CORDÓN DE PRUEBA............................... 211 3.2.5.7 SWITCH DE SELECCIÓN .............................. ; ....................... 213 CAPITULO 1 1.1 INTRODUCCIÓN. El presente capítulo, muestra los conceptos y procesos básicos que el lector deberá conocer para el mantenimiento de los sistemas de refrigeración. La clasificación de los equipos, de acuerdo a su capacidad de aplicación o utilidad de cada uno de ellos . También cuenta con la descripción de los principales tipos de sistemas de refrigeración, detallando las partes que los integran. Asimismo proporciona la información necesaria sobre los fluidos refrigerantes que están en uso y la readecuación de los equipos para la utilización de los refrigerantes sustitutos, mencionando las consecuencias que estos generan al medio ambiente, a la vez que muestra regulaciones que están en vigencia para el control de los daños que producen dichos refrigerantes. ' 1.2 CONCEPTOS BÁSICOS 1.2.1 Materia y molécula Todo lo que en el universo tiene un peso u ocupa un lugar en el espacio , es materia y está compuesta por moléculas. La molécula es la partícula más pequeña de la materia en que se puede . dividir una sustancia en particular, conservando siempre la identidad de la sustancia original. Comunmente se considera que las moléculas están en un estado de vibración o movimiento rápido, constante y que el régimen y extensión de vibración o movimiento, puede detenninarse por la cantidad de energía que poseen. 1.2. 1. 1 Estado de la materia. Toda materia conocida se presenta en tres formas o estados; sólido, líquido o gaseoso (vapor), entre estos estados se encuentran las siguientes características: a) El Estado Sólido. Un material en estado sólido tiene una cantidad relativamente pequeña de energía potencial interna. Las moléculas del material se encuentran unida de una manera bastante compacta por las fuerzas de atracción recíprocas y por la gravedad. Por tanto, un material en el estado sólido tiene una estructura molecular comparativamente rígida, en la cual la posición de cada molécula se encuentra más o menos fija, limitándose el movimiento I 2 de las moléculas a un movimiento del tipo vibratorio, que depende de la cantidad de energía cinética que poseen las moléculas, pudiendo éste movimiento ser lento o rápido. Debida a la rígida estructura molecular, un sólido tiende a mantener tanto sus dimensione_s como su fonna. El sólido es prácticamente incomprimible, ofreciendo una resistencia considerable cualquier esfuerzo que se haga para modificar su fonna. b) El Estado Líquido. Las moléculas de un material en estado líquido poseen más energía que las de un material en estado sólido, no estando dispuestas en una fonna más compacta. Esta mayor energía pennite a las moléculas vencer las fuerzas recíprocas de atracción hasta cierto grado, con lo que tiene mayor libertad de movimiento. Pueden moverse libremente unas con respecto a las otras, de tal manera, que se puede decir que el material oscila. Aunque un líquido sea prácticamente incomprimible y mantenga su tamaño, debido a su estructura molecular fluida, no mantendrá su fonna, smo que adoptará la forma del recipiente que lo contenga. c) El Estado Gaseoso o de Vapor. Las moléculas de un material en estado gaseoso, poseen una cantidad de energía aún mayor, que la de un material en estado líquido. Poseen energías suficientes para vencer todas las fuerzas de atracción. Las moléculas no se encuentran sujetas por las fuerzas de atracción interna ni por la gravedad. Consecuentemente se mueven a velocidades elevadas, chocando entre sí y con las paredes del recipiente. Por la razón anterior, un gas no mantiene su tamaño ni su fonna: Es fácilmente comprimible dentro del recipiente que lo contiene. independientemente del tamaño. Además de eso, si el gas no fuera almacenado en un recipiente sellado, éste escapará, difundiéndose en el aire que lo rodea. 1.2.1.2 Punto de ebullición. Se define como punto de ebullición, la temperatura a la cual un líquido pasa a vapor, o un vapor se condensa a un líquido. 1.2.1.3 Condición saturada, subenf riada, y sobrecalentada de una sustancia. Una sustancia puede encontrarse en cualquiera de estas tres condiciones, dependiendo a la temperatura y presión a la que está expuesta, así por ejemplo a la condición de presión y temperatura a la que tiene lugar la ebullición, se conoce como la condición saturada, y el punto de • 3 ebullición se conoce como la temperatura de saturación, y como la presión de saturación . En este punto pude haber líquido y vapor en diferentes proporciones, o bien sólo líquido o sólo vapor. El vapor saturado: Es vapor a la temperatura de ebullición. El Líquido saturado: Es líquido a la temperatura de ebullición. Cuando la temperatura del vapor es superior a su temperatura de saturación (punto de ebullición), se llama vapor sobrecalentado. Cuando la temperatura del líquido es inferior a su temperatura de saturación , se llama líquido subenfriado. 1.2.2 Energía interna Un cuerpo tiene energía interna, como resultado de la velocidad, posición y configuración de las moléculas que forman un cuerpo. La energía cinética interna es debida a la velocidad molecular, y la energía potencial interna es debido a la separación molecular o configuración , entre mayor sea la separación molecular mayor será su energía potencial interna. La enegia total interna es igual a la suma de las energía cinética y potencial interna. 1.2.3 Primera ley de la termodinámica La termodinámica es la rama de la fisica que trata de la transformación entre el calor y el trabajo. La primera ley de la termodinámica es un principio que puede ser enunciado de muchas maneras, por ejemplo: "la energía no puede ser creada ni destruida" , o "la energía se conserva en cualquier proceso", esta ley se utiliza mucho en los procesos de refrigeración, cuando se enuncia de la siguiente manera: La energía agregada a un sistema , menos la energía removida del sistema, es igual al cambio de energía en el sistema. (Ec. l) Ecamb= Eent - Esal. 1.2.4 Segunda ley de la termodinámica La segunda ley de la termodinámica establece que para hacer que cambie de lugar la energía térmica, se debe establecer y mantener una diferencia de temperaturas. t 4 1.2.5 Temperatura La temperatura es una propiedad de la sustancia que depende de la velocidad de las moléculas del cuerpo o sustancia. Mientras mayor sea la velocidad de las moléculas, más alta es la temperatura. Sin embargo, no es práctico medir la temperatura con base a la velocidad de las moléculas. El sentido del tacto da una sensación subjetiva de las temperaturas, y se habla de cuerpos fríos o calientes según sean las reacciones. 1.2.5.1 Medición de la temperatura. La cantidad de energía térmica en una sustancia depende de la cantidad de sustancia y de la intensidad o nivel de energía en ella. El nivel de energía térmica se mide en base a comparaciones, por medio de un termómetro. El termómetro fue desarrollado empleando el principio de expansión y contracción de un liquido, como por ejemplo el mercurio, en un tubo de diámetro interior pequeño conectado a un recipiente del líquido. Al sujetar el líquido a un cambio de temperatura (intensidad de calor), subirá hasta determinada marca al aumentar la temperatura, o bajara si la temperatura ,disminuye. Las dos normas de temperatura para la medición de temperatura , son las escalas Fahrenheit y Celcius ( también llamada centígrada). A continuación se detalla la conversión de estas dos escalas de temperatura: (Ec. 1.2) ºF=l.8 ºC+ 32 , (Ec. 1.3) ºC= ( ºF - 32 )x 5/9 1.2.6 Presión La presión se define como la fuerza ejercida por unidad de área. (Ec. 1.4) P: presión F: fuerza A: área P=F/A 1.2.6.1 Presión atmosférica (Patm.) La tierra está rodeada de una capa de aire, llamada atmósfera, que alcanza una altura de 50 millas sobre la superficie de la tierra. El aire tiene peso y también ejerce una presión, que se llama presión atmosférica. 5 1.2.6.2 Presión manométrica (Pmanomet) La presión medida por encima de la presión atmosférica, es la presión manométrica. Los instrumentos medidores de presión se construyen por lo general para medir la diferencia entre la presión de un fluido y la presión atmosférica, y no la presión absoluta. 1.2.6.3 Presión absoluta(Pabs.) La presión absoluta se define como la suma de la presión medida con un instrumento (manómetro), más la presión atmosférica. (Ec. 1.5) Pabs = Pmanomet + Patm 1.2.6.4 MEDICIÓN DE PRESIÓN Para la medición de presiones se utiliza un cabezal como el de la figura 1.1, el cual consiste en un cabezal con tres válvulas de servicio. A la izquierda se encuentra colocado el manómetro compuesto (succión) y a la derecha el de alta presión (descarga). En la parte inferior del cabezal se encuentra mangueras que llevan la válvula de servicio de succión en el equipo, la del recipiente del ,refrigerante (parte media) y la de la válvula de descarga del equipo, o del tubo del líquido (derecha). Muchos fabricantes de equipo identifican con colores el manómetro y la manguera de baja, de azul, el manómetro y la manguera de alta de rojo. La manguera del centro o del refrigerante tiene color blanco. Este sistema ayuda mucho para evitar cruzamientos de mangueras y daños a los manómetros. . ,-,-· ~.__ ' .,, r-;1· J-l.---------:j~·,, ..... .,,,,--_ -~r-w- ~I¡- . ,. l1 lf 1 CONJUNTO DE PlUEIA DEL INDICADOl MÚLTlrLl Fig. 1.1 • 6 Al abrir y cerrar las válvulas de refrigerante A y B en el cabezal de manómetro podemos obtener varias trayectorias de flujo del refrigerante. Las válvulas están instaladas de tal manera que cuando se cierran (asientos delanteros) la conexión central del múltiple cierra los manómetros (figura 1.2). Cuando las válvulas están cerradas las conexiones 1 y 2 quedan abiertas hacia ellos, permitiendo que indiquen las presiones en el sistema. Cuando la válvula 1) del lado de baja esta abierta y la del lado de alta 2) cerrada, se permite que pase el refrigerante a través del lado de baja del cabezal y la conexión central. Este arreglo se podría emplear cuando se ab>regan al sistema refrigerante o aceite. La figura 1.2 muestra el procedimiento para que hacer que pase refrigerante del lado de alta al de baja sin pasar por el compresor o reductor de presión. Se abren ambas válvulas y se tapa la conexión central. El refrigerante siempre pasa de las zona de alta presión a la de menor presión. En esa figura se indica el arreglo de válvulas para purgar o sacar refrigerante. La válvula del lado de baja se cierra. La conexión central se conecta a un tambor vacío de refrigerante. Se abre la válvula , de alta con la que se permite el flujo de alta presión, y que salga por la conexión central. Nota: No se recomienda la purga de frigorígenos a la atmósfera a menos que sea absolutamente necesario. LE:C-:-lJRA DE MANCMETROS A-CERRADO 8-CERRADO A i TAPADO 2 CARGA DE REFRIGERANTE O ADICICN DE ACEITE DERIVAClON A-ABIERTO B-ABIERTQ i • l TAPADO 2 PURGA O PARA SACAR REFRIGERANTE Fig. 1.2 • A VÁSTAGO DE LA VÁLVULA N,EDIDOR COMPUESTO (1) VÁL\'L'LA (JE S':RVICIO DE DESCARGA (O) Fig. 1.3 1.2.6.4.l INSTALACIÓN DE MEDIDORES. HERRAMIENTAS Y MATERIALES. 1) Medidor compuesto. 2) Manómetro. 3) Sistema de refrigeración. 4) Indicador múltiple. ORIFICIO DE CARGA MEDID~P. DE ALTA PRESIÓN VÁLVULA DE SERVICIO Dé SUCCIÓN (C) B 5) Dos trozos de tubería de cobre, de¼ de pulgada y treinta centímetros. De longitud. 6) 4 tuercas abocinadas SAE de¼ de pulgada 7) Llave ajustable de 8 pulgadas 7 El primer paso es purgar el múltiple de manómetros para sacarle los contaminantes antes de conectarlo al sistema. PROCEDIMIENTO A) Hagan los abocinamientos necesarios en los trozos de tubería de cobre (Asegúrese de que las tuercas abocinadas se fijen antes de concluir el abocinamiento final en cada tubería). B) Conecten un trozo de tubería abocinada al orificio 3 del múltiple (ver figura 1.3). C) Conecten el segundo trozo de tubería abocinada al orifico 5 del múltiple. D) Conecten el medidor compuesto al orifico 1 del múltiple. E) Conecten el manometro al orificio dos del múltiple. F) Asienten al fondo las válvulas de servicio de succión y descarga. H) Retiren los tapones de los orificios de carga de las dos válvulas de servicio. Y) Conecten la tubería del orificio 3 a la válvula de servicio de succión. J) Conecten la tubería del orificio 5 a la válvula de servicio de descarga. 8 K) Asegúrense de que las válvulas del múltiples estén cerradas y que el orificio medio 4 este cerrado o tapado. L) Abran la válvula de servicio de descarga hasta que halla presión en el manometro. M) Abran las válvulas A y B del múltiple. Observen que la presión se desplaza al lado inferior. N) Cierren las válvulas A y B del múltiple. O) Purguen el aire de las líneas en la válvula de servicio de succión (aflojen la tuerca abocinada y I dejen escapar la presión). P) Aprieten la tuerca abocinada sobre la válvula de servicio de succión. Q) Abran la válvula de servicio de succión y la de descarga .. (Observar fig. 1.4) Válvula Vólvulo do olla ~re11i6n dol compuula Indicador mulliple Evapt'l'ador del lndlcodor / -i¡' Conel'l.ión do r.>-,...-_-_-_,-. múhlple '-. )- carga o evacuación 1ucción del compresor \..- 1/ Vólvulo de · ,,,./ aervido do -e:_ _ do,carga del compresor I/IDICADOR MÚLTIPLE DE SERVICIO INSTALADO EH UH SISlíMA DE UFIIGERACIOH Fig. 1.4 9 Como retirar los medidores. A) Mientras sigue funcionando el sistema haga girar el vástago en sentido contrario las manecillas del reloj, para asentar a fondo la válvula de serv1c10 de descarga. B) Abran las válvulas A y B del múltiple. C) Cuando la presión sea igual en los dos medidores, asienten a fondo la válvula de servicio de succión. D) Retiren las líneas D y C de los medidores y vuelvan a poner los tapones de las válvulas. E) Conserve el múltiple en un lugar conveniente para uso en el futuro. 1.2.7 PSICOMETRÍA TÉRMINOS BÁSICOS 1.2. 7.1 ATMÓSFERA. El aire, alrededor de nosotros, se compone de una mezcla de gases secos y vapor de agua. Los gases 'contienen aproximadamente 77% de nitrógeno y 23% de oxigeno, con otros gases que se utilizan menos del 1 %. El vapor de agua, existe en muy poca cantidad, así que es medido en gramos o libras.( una libra contiene 7.000 gramos) 1.2.7.2 TEMPERATURA DE BULBO SECO. Es la temperatura medida con un termómetro ordinario. 1.2.7.3 TEMPERA TURA DE BULBO HÚMEDO. Es la temperatura que resulta de la evaporación del agua, en una gasa húmeda, colocada sobre un termómetro común. 1.2.7.4 TEMPERATURA DE PUNTO DE ROCIÓ Es la temperatura de saturación , a la cual tiene lugar la condensación del vapor de agua. Un ejemplo es la humedad sobre un vaso de agua con hielo. El vidrio frío reduce la temperatura del aire por abajo de su punto de rocío y la humedad que se condensa forma gotas sobre la superficie del vidrio. 1.2. 7.5 HUMEDAD ESPECIFICA. Es el peso real del vapor de agua en el aire, se expresa en gramos o libras de agua por libra de aire seco, dependiendo de los datos usados. lO 1.2. 7.6 HUMEDAD RELATIVA Es la relación del vapor de agua real en el aire, comparando a la máxima cantidad que estaría presente a la misma temperatura, expresada como un porcentaje (% ). 1.2.7.7 CALOR TOTAL El contenido de calor total de la mezcla de aire y vapor de agua, también se conoce como Entalpia. Es la suma de los valores de calor sensible y latente, expresada en BTU por libra de aire. La carta psicometría , es probablemente el mejor modo de mostrar lo que sucede al aire y el vapor de agua, cuando cambian estas propiedades. Parta hacer esta carta , todo lo que hacemos es partir con la escala de temperatura ordinaria, llamada la temperatura de bulbo seco. Luego se extiende la escala del termómetro. Note sobre la carta real que estas líneas no son exactamente perpendiculares. Esto se hace así para que otras líneas sean rectas en vez de curvas. En seguida. se coloca la escala vertical de acuerdo a la cantidad de vapor de agua mezclado con ,cada libra de aire seco. Esta escala llamada la razón de humedad, se expresa en libras de humedad por libras de aire seco. Sabemos que el aire puede contener diferentes cantidades de humedad. dependiendo de su temperatura; si contiene toda la humedad que puede( l 00% ), se dice que esta saturado. Del Guide and Data Book de ASHRAE, podemos encontrar exactamente que tanta humedad puede contener el aire en condiciones saturadas. Hay a continuación una tabla simple timada de este libro de referencia.: T.1.1 -··---- -~---- Temperatura saturada ºFBS. 70 72 75 78 80 82 85 Razón de humedad Lb/Lb de asiré seco 0.01582 0.01697 0.01882 0.02086 0.02233 0.023899 0.02642 11 Retomando a la construcción de la carta psicometría, podemos colocar ahora los puntos de saturación, para cada condición de temperatura de bulbo seco y cuando estas se conectan forman una curva o línea de saturación. Asuma una muestra de aire, con una temperatura de BS. de 80ºF, que contienen 0.011 Lb de humedad ( ver anexo 4 ). Si fuéramos a calentar el aire sin añadir humedad, el punto se movería a la derecha sobre la línea horizontal, mostrando un incremento en la temperatura de bulbo seco, sin cambiar su contenido de humedad. Si fuéramos a añadir humedad ( humidificar) sin cambiar la temperatura de bulbo seco, el punto se movería verticalmente hacia arriba. Si se redujera la humedad(deshumidificar), se movería verticalmente hacia abajo. Si se añade temperatura y humedad, el punto se movería hacia arriba y hacia la derecha, y si el aire fuera enfriado(sin cambiar su contenido de humedad) el punto se movería horizontalmente a la izquierda. CALENTAR DESHUMIDIFICAR Fig. 1.5 Continuando con el ejemplo, si la muestra de aire se enfría, eventualmente alcanza la línea de saturación, en donde no puede contener mas vapor de a!:,1\la y con enfriamiento posterior, se empezaría a condensar algo de ese vapor. Esa temperatura es justamente 59.7ºF. Esta se conoce como la temperatura de punto de rocío de la muestra. Puede leerse en la intersección de la línea 12 vertical de la temperatura de bulbo seco y la línea de saturación. En resumen, el punto de b, se tiene una temperatura de bulbo seco de 59.7ºF, una temperatura de rocío de 59.7ºF y un contenido de humedad de 0.011 Lb de agua por libra de aire seco. SATURACIÓN 50° PR 59.7°PR \ \ B A Fig. 1.6 Ahora si la muestra se enfría más, por ejemplo a 50ºF de bulbo seco, la humedad se condensara siguiendo la línea de saturación hasta el punto C, en donde se tendrá un punto de rocío de 50ºF y una razón de humedad de solo 0.0076. Así la muestra ha perdido 0.0034 Lb de humedad. Se ha enfriado y deshumidificado. 13 El siguiente elemento en nuestra carta, es la construcción de las líneas de humedad relativa para condiciones parcialmente saturadas. Sabemos que la humedad relativa es 100% en la línea de saturación( punto de rocío) BULBO HÚMEDO PUNTO DE ROCÍO BULBO SECO Fig.1.7 Aunque no es un 100% precisa, esta descripción le ayudara a entender las relaciones de las líneas en la carta psicometria. Recordar que si se conocen dos de las cinco propiedades del aire, las otras tres pueden hallarse de la carta psicometría, localizando el punto de intersección de las líneas que representan las dos condiciones conocidas. 1.2.8 Entalpia Además de los tipos de energía descritos anteriormente, las sustancias y los cuerpos poseen un tipo de energía adicional por la presión y la temperatura que almacenan, a esta energía almacenada se le llama Entalpia (H). 14 1.2.9 Trabajo El . trabajo es el efecto creado por una fuerza cuando mueve a un cuerpo . Se define específicamente como el producto de la fuerza por la distancia. (Ec. 1.6) W= F x D W: Trabajo F: Fuerza D: Distancia 1 .2. 1 O Potencia a potencia se define como la rapidez con la que se realiza un trabajo. (Ec. 1.7) P= W/T P: Potencia T: Tiempo 1.2.11 CALOR El calor se puede definir como la forma de energía que es transferida de un cuerpo a otro ' debido a una diferencia de temperatura. Las unidades de medida más conocidas para el calor son La unidad térmica británica (BTU) y la caloría (cal). El calor específico ( c ) de cualquier sustancia , es la cantidad de energía en Kcal, necesaria para mudar la temperatura de 1 Kg. masa en un grado centígrado. El calor específico de una sustancia, también se define como la cantidad de calor en BTU necesaria para cambiar una libra la sustancia 1 grado Fahrenheit. El calor específico de una sustancia varía en cuanto cambia el estado de la misma. así por ejemplo el agua es un ejemplo de ello, su calor específico es de 1.0 BTU/LB ºF, pero como sólido su valor es de 0.5 y 0.48 es en el estado de vapor o gaseoso. 1.2. 11.1 Cantidad de calor. La cantidad de calor es distinta a lo que es intensidad de energía (temperatura), porque tiene en cuenta no sólo la temperatura de la sustancia que se está midiendo, sino también su peso. La unidad de cantidad de calor es la unidad térmica británica; el agua se usa como norma para esta 1 15 unidad: Una BTU es la cantidad de calor necesaria para variar la temperatura de 1 Lb. de agua l grado Fahrenheit al nivel del mar. (EC. 1.8) Cambio de calor (BTU)= Peso (en libras) x Diferencia de temperaturas. 1.2.11.2 Calor sensible. El calor que se puede sentir o medir es el calor sensible. Es el calor que provoca un cambio de temperatura de una sustancia, pero no un cambio de su estado. Las sustancias, al estar en estado sólido , líquido o gaseoso contienen calor sensible hasta cierto grado, siempre que sus temperaturas sean mayores que el cero absoluto. La sustancia en estado sólido tendrá algo de calor sensible, ya que en ninguna de ellas interviene un cambio de estado. La cantidad total de calor que se necesita para hacer cambiar una sustancia de estado sólido a estado de vapor depende de: 1) Su temperatura inicial cuando era sólido , 2) la temperatura a la cual cambia de estado sólido a estado líquido, 3) la temperatura a la cual pasa del estado líquido al ' estado de vapor, 4) la temperatura final como vapor. También se comprende el calor que se necesita para llevar a cabo los dos cambios de estado. 1.2.11.3 Calor latente. En un cambio de estado, la mayor parte de las sustancias tienen un punto de fusión al cual pasan del estado sólido a líquido sin aumentar su temperatura. En este punto, si la sustancia está en estado líquido y se le quita calor, se solidificará sin cambiar su temperatura. El calor que interviene en ambos procesos: pasar de sólido a líquido o de líquido a sólido, sin cambiar la temperatura, se llama calor latente de fusión. La palabra latente se deriva del vocablo latino que significa escondido. Se trata de calor escondido, que no lo registra un termómetro ni se puede sentir. Cua_ndo el calor agregado o removido de una sustancia resulta en un cambio de estado ( a temperatura constante ), entonces el cambio de Entalpía en la sustancia se llama cambio de calor latente. Al cambio de Entalpía , al efectuarse el cambio de líquido a vapor, se llama calor .latente de . vaporización . Al efecto opuesto, o sea a la disminución de Entalpía al efectuarse el cambio de vapor a líquido, se llama calor latente de condensación, que es igual al calor latente de vaporización. 1.2.12 Transferencia de calor. 16 La transferencia de calor es el estudio de la manera como fluye el calor, y de los procedimientos para calcular el régimen de transferencia de calor, lo cual es de vital importancia en la refrigeración. La transferencia de calor puede tener lugar de tres maneras posibles : conducción, convección y radiación. En la transferencia por conducción, el calor se transfiere a través de una sustancia , sin que exista ningún movimiento de la misma. La energía se transfiere internamente mediante el movimiento de las moléculas. Esto ocurre por Jo general en los sólidos. Como ejemplo se tiene la transferencia de calor a través de las paredes de un almacén refrigerado. En la transferencia por convección, el calor se transfiere mediante el movimiento de un fluido, ya sea un líquido o un gas. En la convección natural, la circulación del fluido tiene lugar debidos a la diferencia en la densidad del mismo, resultante a asimismo de las diferencias de temperatura. Un fluido a una temperatura más elevada tiene una menor densidad, y por tanto se eleva. Por ejemplo, ; en un condensador por convección natural enfriado por aire, el refrigerante caliente eleva la temperatura del aire ambiente cercano al condensador. Este aire, que ahora está más caliente que el aire más apartado, se eleva conduciendo calor. Entonces, el aire más frío fluye para ocupar su lugar La radiación es la forma de transferencia de calor entre los objetos, la cual tiene lugar a través del espacio mediante un movimiento undulatorio, sin que se caliente el espacio intermedio, como en el caso de la radiación del sol a la tierra. 1.2.13 Frío Frío es un término relativo que describe el nivel de energía , o temperatura, de un objeto o de una área, en comparación con un nivel o temperatura conocido. 1.2.14 ELECTRICIDAD BÁSICA 1.2.14.1 LA TEORÍA ELECTRÓNICA Toda materia está compuesta de átomos, que son los componentes más pequeños o básicos de las moléculas. A su vez, los átomos están compuestos de un núcleo denw y o pesado que contiene protones y a veces neutrones. El protón lleva una carga eléctrica positiva ( + ), el electrón lleva carga eléctrica negativa(-) y el neutrón, si los hay no lleva carga. 17 La atracción entre los protones con carga positiva del núcleo y los electrones con carga negativa que los rodea, tiende a mantenerlos unidos en lo que se llama átomos. El número de protones del núcleo determina el tipo de elemento (fig, 1.8) . . ,y , ,------ --...., ._:';~ t -~LECT. RON ( OPROTON 1 / \, _____ // ATOMO DE HIDROGENO Fig.1.8 Regresando a la diferencia de cargas positivas o negativas, una carga positiva no indica un exceso de protones, indica que hay falta de electrones. Así, los términos negativos y positivos, quieren decir tan solo que intervienen más o menos electrones. Los materiales que se cargan con electri~idad estática pueden atraerse o repelerse entre si. La atracción se lleva a cabo entre cargas de signo distinto porque el exceso de electrones de una carga negativa busca carga positiva la cual a su· vez tiene una deficiencia de electrones. Las cargas de signo distinto(+ y-) se atraen entre si, las cargas de signos iguales, - y-, o+ y+, se repelen entre si. La electricidad estática se entiende cuando los electrones están sin movimiento, pero tiene potencial de moverse. La electricidad dinámica es electrones en movimiento. Al movimiento de electrones se le llama corriente eléctrica. Antes de que la teoría electrónica fuera aceptada como base del comportamiento eléctrico, se pensaba que la corriente pasaba del positivo a lo negativo. Hoy se ha determinado que la corriente, o flujo de electrones, en realidad va de lo negativo a lo positivo. t 18 1.2.14.2 FUENTES DE ENERGÍA ELÉCTRICA Se define la energía como la capacidad de producir trabajo, y como la energía no se puede crear ni destruir, se debe convertir de sus formas en otras. Las fuentes de energía eléctrica pueden ser: A) Acción química B) Fricción C) Calor D) Acción de luz E) Presión F) Acción mecánica H) Accjón Nuclear I) Ma1:,111etismo 1.2.15 INSTRUMENTOS PARA PRUEBAS ELÉCTRICAS La mayor parte de los problemas de servicio en el campo de refrigeración y a1re acondicionado se encuentran en los circuitos eléctricos de potencia y de control. El conocer el sistema eléctrico y los instrumentos de prueba permite al técnico de servicio localizar la falla. Los instrumentos deben de ser tan familiares al técnico de servicio como las herramientas convencionales que tiene en su caja. Estos instrumentos de prueba son de naturaleza delicada y se deben de tener el cuidado adecuado para su manejo y empleo. Si se va a medir voltaje, el instrumento que se debe usar es el voltímetro. Si es corriente eléctrica o flujo de electrones, medido en amperes, se debe usar el amperímetro. Si se han de medir resistencia del sistema, o cortos o discontinuidades del servicio eléctrico, el instrumento que se debe usar es el óhmetro. 1.2.15.1 VOLTÍMETRO El voltímetro es el medidor básico cuyo principio se usa en los medidores que mencionamos antes. La diferencia es como se obtiene la corriente que acciona el medidor, si directamente de la 19 fuente de poder que se va a medir (voltímetro), o la caída de voltaje a través de la resistencia conocida en el circuito (amperímetro), o a la caída de voltaje a través de la resistencia conocida empleando una fuente de poder de voltaje ( óhmetro ). Como en realidad el voltímetro es un instrumento indicador de corriente, los valores eléctricos los componentes de sus circuitos deben ser muy exactos. El diseño del circuito del instrumento debe prever todos los rangos del voltaje que vaya a medir el instrumento. El medidor que se ve en la figura 1.9 puede emplearse para medir voltajes de CA (corriente alterna), aumentando un diodo en el circuito se puede cambiar la CA en CD (corriente directa). Para ser exactos, la mayor parte de los medidores trabajan con una corriente muy pequeña en la bobina. Este amperaje, llamado sensibilidad de corriente, depende del número de vueltas en la bobina del medidor y de la intensidad del campo del imán permanente. La sensibilidad de la corriente se expresa como el número de miliamperes necesarios para que la aguja indique un valor de toda la escala. Los movimientos normales del medidor tienen una sensibilidad de corriente de 1 mA o de cincuenta micro A. La sensibilidad del medidor también se puede expresar en "ohms por volt ". Es la resistencia total que debe conectarse en serie en el circuito del medidor para obtener una indicación de escala completa cuando se aplica 1 V entre las terminales del medidor. Con la ley de Ohm para calcular la resistencia, el medidor de 1 mA necesitaría 1000 OH /V en el circuito, y el de 50 µ A necesitaría 20,000 OH/V Si el medidor tuviera que medir entre los limites de voltaje de O a 1 O V a escala completa, el medidor de 1 mA necesitaría 10,000 en el circuito para producir la desviación completa de la aguja. Si el medidor tuviera que medir de O a 250 V, debería haber una resistencia de 250,000 en el circuito. Por lo tanto, para poder emplear el mismo medidor con varias escalas de voltaje, sólo es necesario poder cambiar la cantidad de resistencia en el circuito, para así cambiar sus limites de medición de voltaje. La figura 1.9 muestra un medidor de combinación, óhmetro y voltímetro, con dos escalas de voltaje: 150 y 300 V. Si el medidor básico tiene una sensibilidad de corriente de 1 mA, para medir 150 V a escala completa se necesitaría una resistencia de circuito de 150,000 OH y para medir 300V una de 300,000 OH . Mediante un interruptor selector, se introducen o se separan del circuito las diversas resistencias para poder usar un solo medidor para varios limites. Cuando se seleccionan los voltajes 20 de CA, las resistencias para los diversos rangos son las mismas. Tan solo se conecta un diodo al circuito, para convertir la CA en CD, y que pueda trabajar el medidor. ··.:~'~•·::· ·g-·· : , i ~~!: ~:.:;•-.;::..!~i!;t; ·~.:1 ;:or :":.tlCI~.; Fig.1.9 1.2.15.2 AMPERÍMETRO Los amperímetros miden la corriente eléctrica que pasa por el circuito (figura I. 1 O) y usan los mismos principios de funcionamiento que los voltímetros. Las mediciones de corriente obligan a conectar el amperímetro en serie en el circuito que se está midiendo, en lugar de en paralelo, como cuando se usa un voltímetro. La figura 1.11 muestra un amperímetro de gancho con escala de O a 600 A. Este tipo de instrumento no necesita un contacto real con conductores o terminales. Se cierra alrededor de un conductor que lleva la corriente que se va a medir. Esa corriente produce un campo magnético que induce a su vez un efecto magnético en el gancho del instrumento, haciendo que trabaje como un transformador de subida y generando un voltaje en un devanado secundario alrededor de la armadura del medidor. Un voltímetro mide la caída de voltaje a través de una resistencia en serie con el devanado secundario. Recuerde: este instrumento solo trabaja en corriente alterna, porque depende del efecto de transformador. Para producir el rango múltiple de medida de corriente, se utiliza un arreglo interruptor para variar las resistencias en el circuito. 21 La figura 1.12 muestra los circuitos internos de un amperímetro normal tipo gancho. El tamaño de las diversas resistencias se debe dimensionar para obtener la sensibilidad del medidor, y se usa un puente de rectificadores para convertir la CA en la CD que pasa por el medidor. AMPERÍMETRO --,--------+-o o--!-. 1 VOLTAJE CARGA CORRIENTE QUE SE VA A MEDIR FIGURA RIIHt Medición de comente en un cuc!.!no con un amperímetro. (Cones1a ae ."".tnrar aumentos precisos. La válvula de expansión manual sólo es satisfactoria cuando se dispone nonnalmente de un operador para manipularla, y aun así, sólo si la carga no cambia 1 44 bruscamente. Esta válvula se utilizaba antes de que se desarrollaran los dispositivos de control de flujo de tipo automático, por lo general no es adecuada para trabajar con las condiciones en que se encuentran los sistemas modernos. 1.3.2.4.2 Válvula de expansión termostática De todos los dispositivos de control de flujo, el de más amplio uso es la válvula de expansión termostática (VET). Se puede utilizar con sistemas de cualquier capacidad, ya sea con serpentines de expansión directa o con enfriadores de Jíquidos, de expansión seca. Realiza un excelente control automático del flujo refrigerante al evaporador, en la proporción requerida, sobre una amplia gama de cargas, mientras mantiene en operación la mayor parte de la superficie de transferencia de calor a fin de evaporar el refrigerante a pesar de las variadas condiciones. esto contribuye a mantener las necesidades de· potencia aun nivel bajo. En la fig. 1.27 se muestra como el refrigerante líquido fluye por la abertura entre el asiento y la aguja de la válvula. La restricción de la abertura produce la caída de presión para lograr la expansión del refrigerante. El resorte empuja la aguja y tiende asía mantener cerrada la válvula. La guía del resorte lo mantiene alineado en un lugar. EJ vástago de ajuste se puede hacer girar a fin de aumentar o disminuir la presión del resorte. Un diafragma flexible está conectado a las varillas de empuje, que a su vez · están conectadas a la aguja. El movimiento descendente del diafragma separa la aguja del asiento y abre el orificio de la válvula. La parte superior del diafrabJJna está conectado a un tubo largo de diámetro pequeño, llamado tubo capilar, y luego a un bulbo hueco. El bulbo, el tubo y la cámara sobr~ el diafragma constituyen un sólo espacio cerrado, el cual contiene un fluido que ejerce presión sobre el diafragma. El bulbo está unido a la línea de succión, a lo largo de toda la longitud del bulbo. 1.3.2.4.3 La válvula con igualador externo. Esta válvula no tiene un orifico para el igualador interno (fig.1.28 ). Tiene en lugar una abertura, al exterior del cuerpo de la válvula, debajo del dfafragma. Esta abertura se debe conectar por medio de una línea externa de igualación, a un punto más allá de donde tiene lugar la caída significativa de presión. Este punto se encuentra generalmente en la línea de succión a la salida del evaporador. 45 Diafragma "D" Bulbo remoto "E" Cuerpo "A" Entrada desde al recibidor Fig.1.27 FIG. J .28 46 1.3.2.4.4 Válvulas limitadoras de presión. Se dispone de válvulas termostáticas limitadoras de presión, las cuales limitan el valor máximo de la presión de succión. Esta característica se llama a veces presión máxima de operación. Este tipo de válvulas ejerce el control de la misma manera que una válvula normal, dentro de los limites de las presiones de succión que son permisibles para el compresor. En el caso de que se llegue a la máxima presión de operación, la válvula no alimentará un flujo adicional de refrigerante, y la presión de succión no subirá más. Una elevada presión de succión podría ser causa de sobrecarga del motor del compresor. La válvula }imitadora de presión ayuda también a impedir el escurrimiento del líquido al compresor durante el arranque. Cuando arranca el compresor, el bulbo se halla a menudo a una elevada temperatur